- Aí Gregor, vou descobrir o tesouro que você escondeu aqui embaixo, seu milionário disfarçado.
domingo, 3 de novembro de 2013
tempos do café/ da poesia.
manhãs de domingo,
nove horas com tons altos e leves.
me lembrando já do ontem,
onde me joguei em teus braços,
me encontrei nos teus olhos,
me embaracei com tanto clichê.
me lembrando do ontem,
em que acordei,
com uma visita inesperada
me chamando
para ter nem que seja
trinta minutos ganhando um dia.
me lembrando do hoje,
mesmo cansada,
o sono que se acabava,
o sol se manifestava.
junto a tom zé
e o cheiro de café,
nove horas da manhã.
do fumo partilhado,
do estar junto, reunido.
do dia estar tão bonito.
tudo soar o bem.
a alegria em realizar
se reflete no meu amar
os outros,
pelo riso,
pelo grito,
pela voz.
dias que,
poesia não basta,
sonhar não basta.
ver, viver.
isso sim.
estar.
é o que eu preciso.
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