Coisas avessas,
Coisas expensas,
Tussas e possas.
Feitas de prosa.
Coisa que pisa
E também debocha.
Coisas como
Você.
Que repisa
E me faz
Em pedaços doces,
Sem cores,
Incapaz.
Que se esquece do que trás.
Ainda manca,
Sem esperança.
E que não olha nem mais.
Tem olhos de lembrança,
Tem ar de confiança,
Risada de criança.
Mas amar? não mais.
Ela caminha em silêncio,
Diz pouco
E não os espera a acompanhar.
É um mistério
E pelo ar tão sério,
O poder de um império,
À deixamos como está.
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